a d v e r t i s e m e n tA economia da Zâmbia vai crescer pelo menos 6% leste ano, à medida que o país, que é o maior produtor de cobre de África, colhe os benefícios da melhoria da precipitação e do aumento da produção de metal, informou a Bloomberg nesta terça-feira (10).

A informação foi prestada pelo ministro das Finanças do país, Situmbeko Musokotwane, durante uma entrevista na segunda-feira. Na ocasião, sublinhou que o incremento iria correr para o que seria o mais ressaltado desde 2021. A economia da Zâmbia cresceu tapume de 4% no ano pretérito.

A pátria está a transpor de um processo de reforma da dívida que dura há anos e um maior incremento aumenta a verosimilhança de reembolsos mais elevados aos credores, incluindo os detentores de obrigações. A economia do país está a restabelecer de uma seca histórica que, no ano pretérito, dizimou as colheitas e esgotou as barragens hidroeléctricas.

Prevê-se que a colheita da principal cultura de milho e a produção de cobre registem um aumento recorde.

“Estou positivo de que chegaremos aos 6%”, afirmou o ministro, acrescentando: “Só precisamos de manter isto durante 10, 15 anos – um incremento positivo todos os anos. Penso que as pessoas vão iniciar a ver que não é correcto nascer na pobreza e completar na pobreza. As coisas podem mudar.” Musokotwane falava à margem da conferência anual Africa Business Media Innovators da Bloomberg, que decorreu de 8 a 10 de Junho.

As notas em dólares da Zâmbia com vencimento em 2033 avançaram pelo terceiro dia sucessivo para o seu preço mais ressaltado desde que foram reestruturadas em meados de 2024, enquanto os rendimentos caíram para 7,62%.

A inflação começou a acalmar e a sua moeda, o kwacha, tem o segundo melhor desempenho de África face ao dólar leste ano, depois uma poderoso recuperação na semana passada. Só em 2025 já registou uma valorização de 11%.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) é menos optimista, prevendo um incremento poupado de 5,8%. O credor, sediado em Washington, advertiu que os custos do serviço da dívida, mais elevados do que o previsto, obrigaram o Governo a rever o seu orçamento para 2025, de modo a incluir medidas adicionais em material de receitas, afirmou, num expedido, na segunda-feira (9).

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