O líder parlamentar do CDS elogiou esta terça-feira a medalha do velho Presidente da República Ramalho Eanes, considerando que o general teve um papel decisivo na consolidação da democracia, destacando a operação militar de 25 de Novembro.


Esta posição foi defendida por Paulo Núncio em declarações aos jornalistas, no final da sessão solene comemorativa do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas em Lagos, no província de Faro, que foram presididas pelo encarregado de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa.


Numa cerimónias que tiveram a presença do presidente da Plenário da República, José Pedro Aguiar-Branco, e do primeiro-ministro, Luís Montenegro, o líder parlamentar do CDS referiu que “no dia 10 de Junho se deve comemorar Portugal”.


“É um dia para sentirmos orgulho de ser portugueses, sentirmos orgulho da nossa História, sentirmos orgulho do nosso presente e do nosso horizonte. Portugal tem todas as condições para ser um imprevisto país agora e no horizonte”, rematou.


Paulo Núncio destacou depois o ato de Marcelo Rebelo de Sousa condecorar o velho Presidente da República, o general Ramalho Eanes


“Foi de uma enorme justiça a evidência do general António Ramalho Eanes. É um varão hoje reconhecido por todos os portugueses uma vez que um imprevisto patriota, um varão militar, um general, reconhecido pelos seus camaradas”, sustentou.


O líder parlamentar acrescentou que Ramalho Eanes foi “um varão que teve um papel importante na transição da ditadura para a democracia e que depois teve um papel meão no 25 de Novembro 1975.


“Quando comemoramos em 2025 os 50 anos do 25 de Novembro, ficou muito muito ao Presidente da República ter distinguido o general Ramalho Eanes uma vez que uma figura maior da nossa democracia, uma vez que uma figura maior dessa transição da ditadura para a democracia. E esta protocolo ficou muito a lucrar com a evidência que foi feita ao general Ramalho Eanes”, acrescentou.

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