a d v e r t i s e m e n tCabo Verdejante lidera o prolongamento poupado dos Países Africanos de Língua Solene Portuguesa (PALOP) levante ano, de pacto com as previsões do Banco Mundial, informou a Lusa, nesta terça-feira, 10 de Junho.

De pacto com relatório sobre as Perspectivas Económicas Globais, divulgado nesta terça-feira, Cabo Verdejante deverá crescer 5,9% levante ano, uma revisão em subida de um ponto percentual face às previsões de Janeiro, sendo a economia lusófona africana em mais rápido prolongamento levante ano, e também no próximo, em que deverá registar uma expansão de 5,3% do Resultado Interno Bruto (PIB).

No capítulo sobre a África subsaariana, incluído no relatório sobre a economia global, o Banco Mundial diz que a Guiné-Bissau, com crescimentos de 5,1 e 5,2% neste e no próximo ano, é a segunda economia em mais rápida expansão, mantendo praticamente inalterada a previsão feita em Janeiro.

O mesmo acontece com São Tomé e Príncipe, que registará expansões de 3,1% e 4,8% neste e no próximo ano, sofrendo unicamente uma ligeira revisão em baixa de 0,2 pontos para levante ano, face à estimativa feita no relatório anterior, de Janeiro.

Angola, a maior economia lusófona africana, vai suavizar significativamente o prolongamento, passando de 4,4%, em 2024, para 2,7% levante ano, o que representa uma queda de 0,2 pontos face à previsão do ano pretérito.

Moçambique é o país onde a revisão foi mais possante, um ponto percentual aquém da estimativa de Janeiro, o que faz com que levante País deva crescer unicamente 3%.

Já a Guiné Equatorial, apesar da possante revisão em subida, de 1,3 pontos, mantém-se em recessão, devendo registar um prolongamento negativo de 3,1% levante ano, e crescendo depois 0,6% no próximo ano.

Previsões de prolongamento poupado da África Subsaariana em 2025

A nível regional, o Banco Mundial reviu em baixa a previsão de prolongamento da África Subsaariana levante ano, antecipando agora uma expansão de 3,7% do PIB, que compara com os 4,2% que estimava em Janeiro. “O prolongamento deste ano e do próximo deverá ser mais fraco do que anteriormente previsto, devido à deterioração do envolvente extrínseco e a ventos contrários internos”, lê-se no relatório.

No documento, o Banco Mundial aponta que o abrandecimento no prolongamento africano, que ainda assim fica supra dos 3,5% registados no ano pretérito, deve-se à “elevada dívida pública, taxas de rendimento ainda altas e ao aumento dos custos de servir a dívida, que encurtaram o espaço de manobra orçamental, levando a esforços de consolidação orçamental em muitos países, mormente porque as necessidades de financiamento continuam elevadas devido aos cortes na financiamento do desenvolvimento”.

A nível global, o Banco Mundial prevê um prolongamento de 2,3% levante ano, o ritmo mais ordinário desde 2008, descontando os anos de recessão.

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