A Lar Branca disse esta segunda-feira que acredita ser provável assinar um consonância sobre terras raras com um “aperto de mão firme” nas negociações entre Washington e Pequim, que decorrem hoje em Londres.
“O objetivo da reunião de hoje é prometer que eles estão a falar a sério, mas também obter um aperto de mão de Scott, Howard e Jameson, os nossos três principais negociadores comerciais”, disse Kevin Hassett, mentor parcimonioso da Lar Branca, em declarações à enxovia televisiva CNBC, acrescentando que bastará “uma reunião curta com um aperto de mão firme”.
O mentor da Lar Branca indicou que, na conversa telefónica entre os presidentes dos dois países, na semana passada, Donald Trump manifestou a Xi Jinping o seu interesse em que a China e os Estados Unidos voltassem a reunir-se para chegar a um consonância de “aperto de mão” sobre as terras raras.
Hassett salientou que leste é um ponto de discórdia muito importante, pois a China controla tapume de 90% destes componentes e pode perturbar a produção de algumas empresas norte-americanas que dependem deles.
Da mesma forma, em referência às exigências chinesas sobre restrições aos semicondutores, o mentor presidencial reconheceu que, posteriormente o aperto de mão, os controlos de exportação implementados pelos Estados Unidos poderão ser flexibilizados.
“Imediatamente posteriormente o aperto de mão, todos os controlos de exportação dos EUA serão flexibilizados e as terras raras serão libertadas em grandes quantidades. E depois poderemos voltar a negociar questões menores”, explicou Hassett.
Representantes dos Estados Unidos e da China estão reunidos hoje em Londres para discutir o porvir mecanismo mercantil acordado no mês pretérito em Genebra.
Donald Trump afirmou na passada sexta-feira que o seu país será representado nesta reunião pelo secretário do Tesouro, Scott Bessent, pelo secretário do Negócio, Howard Lutnick, e pelo representante do Negócio dos EUA, Jamieson Greer.
Do lado da China, estará presente o vice-primeiro-ministro, He Lifeng, que já tinha representado o seu país na reunião realizada entre os dois países na Suíça.
Trump teve na semana passada uma conversa com o Presidente chinês, Xi Jinping, na qual expressou a sua preocupação com a escassez destes materiais essenciais para o fabrico de veículos elétricos, entre outros, enquanto o líder chinês manifestou o seu insatisfação com as novas restrições dos EUA a tecnologias avançadas.
Em 12 de maio, posteriormente conversações entre representantes de ambos os governos, na Suíça, os Estados Unidos e a China anunciaram a suspensão de uma parcela suculento das tarifas aplicadas entre si por um período inicial de 90 dias.
Os Estados Unidos suspenderam portanto as tarifas recíprocas sobre as importações da China, que foram reduzidas de 145% para 30%, enquanto a China reduziu as tarifas sobre as importações dos EUA para 10%, inferior dos 125% anteriores ao consonância.
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