O Presidente da República, Daniel Chapo, anunciou nesta sexta-feira, 6 de Junho, um projecto de instalação de dois portos secos no Galeria da Borda, concretamente nas províncias de Sofala e Nampula, nas regiões Núcleo e Setentrião de Moçambique, com o objectivo de facilitar as transacções comerciais com o vizinho Maláui.
“O Maláui tem muita expectativa na concretização do projecto dos dois portos secos, resultado de uma parceria público-privada. Estas infra-estruturas são cruciais para melhorar as transacções comerciais”, declarou o patrão do Estado, em conferência de prelo conjunta com o seu homólogo malauiano, Lazarus Chakwera, em Lilongwe.
Por sua vez, Chakwera reiterou a premência de prometer boas condições de negócios entre os dois países. “Somos uma região interligada e devemos prometer um bom envolvente de negócio, mobilidade e segurança logística.”
De contrato com a Lusa, os governos dos dois países assinaram na quinta-feira, 5 de Junho, vários acordos para fomentar as relações bilaterais, em seguida conversações entre os seus respectivos Presidentes.
Moçambique e Maláui inauguraram o primeiro Posto Fronteiriço de Paragem Única (PFPU) de Dedza, para facilitar o transacção bilateral. A infra-estrutura foi erguida no contextura do Projecto de Negócio e Conectividade da África Sul (PCCAA), bravo pelo Banco Mundial, tal qual objectivo é fortalecer a conectividade, facilitar o transacção transfronteiriço e promover o prolongamento poupado sustentável na África Sul.
“Com oriente protótipo inovador de fronteira de paragem única, os processos de controlo fronteiriço de Moçambique e Maláui, nomeadamente transmigração, alfândegas, sanidade e outros, serão feitos num único ponto de ingressão e saída, promovendo uma maior eficiência no trânsito de pessoas e mercadorias entre os dois países, com a redução de tempo e custos logísticos”, refere o expedido.
Assinado pelos dois Executivos a 23 de Novembro de 2021, mas somente ratificado por Moçambique mais de três anos depois, o novo contrato prevê Fronteiras de Paragem Única, substituindo o duplo controlo em cada país, nas fronteiras de Mwanza e Zobué (província de Tete), Dedza e Calómuè (Tete), Muloza e Milange (Zambézia) e Chiponde e Mandimba (Niassa).
A fronteira entre Moçambique e o Maláui, com uma extensão de 1569 quilómetros, foi estabelecida em Novembro de 1954, por contrato entre os antigos Governos coloniais.a d v e r t i s e m e n t
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