a d v e r t i s e m e n tO Instituto Vernáculo de Estatística (INE) de Cabo Virente revelou que a taxa de desemprego desceu para 8% em 2024, o correspondente a 17,3 milénio pessoas, ou seja, menos 2,3 pontos percentuais do que em 2023.

Segundo o boletim de Estatísticas do Mercado de Trabalho, divulgado nesta sexta-feira, 6 de Junho, pela Lusa, no ano pretérito, o desemprego afectou mais as mulheres (8,2%) do que os homens (7,9%) e foi mais significativo no meio rústico (9,4%) do que no meio urbano (7,7%).

O documento avança que, por tira etária, a taxa de desemprego foi mais expressiva entre os 15 e 24 anos (20,1%) e entre os 25 e 34 anos (10,4%). “O sector terciário continuou a ser o que mais absorveu mão-de-obra, sendo responsável por dar trabalho a 70% das 198,9 milénio pessoas que compõem a população empregada.”

De congraçamento com o INE, os trabalhos mais comuns estão na extensão de transacção, reparações de automóveis e motociclos, seguindo-se o ramo da construção e o sector de alojamento e restauração. “O sector empresarial privado continuou a ser o maior empregador em Cabo Virente, absorvendo 47% dos empregados de 15 anos ou mais, seguindo-se os trabalhadores por conta própria (19,8%) e a gestão pública (18%).”

O boletim indica que a taxa de subemprego foi de 9,3% (menos 2,5 pontos percentuais em relação a 2023), englobando a percentagem de activos empregados que trabalharam menos de 35 horas semanais, estando disponíveis para trabalhar mais, caso tivessem encontrado outra operosidade.

No que diz saudação ao sector informal, o documento citado pela sucursal portuguesa esclarece que em 2024, tapume de 94,5 milénio pessoas trabalhavam na informalidade, representando um peso relativo de 47,5%.

“O sector informal inclui trabalhadores familiares sem remuneração, empregados por conta de outrem que não beneficiam de previdência social, férias anuais ou dias de sota por motivos de doença pagos, e ainda empregadores e trabalhadores por conta própria no mesmo regime”, detalhou.

O boletim é elaborado com base no Questionário Multiobjectivo Contínuo (IMC), que recolhe informações demográficas, sociais e económicas da população, assim porquê sobre as condições de vida dos agregados familiares. Em Cabo Virente, considera-se empregado um tipo com 15 anos ou mais e que tenha exercido uma operosidade económica de, pelo menos, uma hora na semana, mediante o pagamento de uma remuneração ou com vista a um mercê ou proveito familiar, em moeda, em bens ou em géneros.

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