a d v e r t i s e m e n tO Governo cabo-verdiano autorizou despesas equivalentes a 1,8 milhão de dólares para firmar serviços e parcerias com a Microsoft, incluindo licenças de software, formação e outros investimentos, de convénio com uma solução publicada nesta quinta-feira (5) no Quotidiano da República.
“Além do reforço do sistema de licenciamentos, produtos e serviços contratualizados, deve-se trabalhar na operacionalização urgente dos demais pilares que constituem o Programa de Desenvolvimento Do dedo (DDP, em inglês), sobretudo na implementação do meio de inovação com marca da Microsoft, garantindo, assim, a projecção e compromisso com a economia do dedo”, lê-se na solução.
Embora o Parecer de Ministros tenha autorizado a despesa de murado de 1,8 milhão de dólares em Setembro de 2024, a informação foi só publicada no Boletim Solene (Quotidiano da República) nesta quinta.
O documento refere que o Governo, através do Núcleo Operacional para a Sociedade de Informação (Nosi, empresa que gere a rede informática do Estado), liderou as negociações para a compra de 9 milénio licenças de software da Microsoft para a governo pública, outra para professores e 135 milénio para alunos.
A activação destas licenças foi anunciada em Novembro de 2024, permitindo a “alunos, professores e colaboradores do Ministério da Ensino beneficiarem de inovações tecnológicas”, lê-se na solução, acrescentando que, “para a segunda período do convénio estratégico, prevêem-se negociações para a materialização de um conjunto de acções dirigidas ao desenvolvimento de competências tecnológicas, incentivo ao empreendedorismo e inovação, investimentos na modernização de infra-estruturas e promoção de desenvolvimento sustentável.”
O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) financiou um parque tecnológico com dois pólos, na Praia e no Mindelo, em funcionamento há um ano, e para onde Cabo Verdejante já exporta serviços para outros países.
O Governo cabo-verdiano tem enunciado a aposta na segurança social e política, a par das novas infra-estruturas do arquipélago, para tentar atrair nómadas digitais e centros de desenvolvimento de multinacionais do ramo tecnológico e do dedo.
Manancial: Lusa
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