“A opção do primeiro-ministro pela manutenção da larga maioria dos titulares nas respetivas pastas, incluindo da Lavra, demonstra que entendeu a mensagem dos portugueses: é tempo de executar. Sem demoras, é preciso colocar em marcha as medidas anunciadas e as medidas necessárias”, afirmou o presidente da CAP, Álvaro Mendonça e Moura, em resposta à Lusa.
Em pessoal no que diz reverência à lavradio, a confederação pede que seja executada a estratégia “Chuva que Une”, que prevê a concretização de uma rede vernáculo de chuva.
Por outro lado, referiu que numa fundura em que se inicia a discussão da novidade reforma da Política Agrícola Generalidade (PAC) é exigido ao Governo que defenda um orçamento independente, mas dotado de recursos adequados, mais simplificação e respostas ajustadas à veras vernáculo.
A isto acresce a aceleração da realização dos fundos europeus.
Conforme defendeu, para que tal aconteça é necessário “pôr cobro à crescente disfuncionalidade dos órgãos do Ministério da Lavra”.
Álvaro Mendonça e Moura defendeu ainda que o Governo de Luís Montenegro tem “todas as condições” para concretizar o potencial do setor agrícola e florestal, vincando que “o tempo das intenções expirou” no Governo anterior.
“[…] Agora tem de ser o Governo da realização. De diagnósticos e anúncios está o país saturado”, rematou.
O segundo Governo liderado pelo primeiro-ministro Luís Montenegro terá 16 ministérios, menos um do que o anterior, e vai manter treze dos 17 ministros do executivo cessante.
Entram no executivo Maria Lúcia Amaral, até agora provedora de Justiça, para ministra da Governo Interna, Gonçalo Matias, presidente da Instalação Francisco Manuel dos Santos, porquê novo ministro ajunto e da Reforma do Estado, e Carlos Abreu Amorim sobe de secretário de Estado para ministro dos Assuntos Parlamentares.
Saem Pedro Duarte (Assuntos Parlamentares), Margarida Blasco (Governo Interna), Pedro Reis (Economia) e Dalila Rodrigues (Cultura).
Margarida Balseiro Lopes, ministra da Juventude e Modernização, tem agora a pasta da Cultura, Juventude e Desporto.
Mantêm-se os dois ministros de Estado: o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e o ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento.
Luís Montenegro aproveitou para fazer algumas alterações orgânicas, criando um novo ministério, o da Reforma do Estado, mas cortando a Economia e a Cultura porquê pastas autónomas. A Economia passa a estar associada à pasta da Coesão Territorial, enquanto a Cultura fica no mesmo ministério que a Juventude e Desporto.
A posse do XXV Governo Constitucional será hoje às 18h00, 18 dias depois das eleições, o que constitui o processo mais rápido de formação de Governo nos mandatos presidenciais de Marcelo Rebelo de Sousa.
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