A francesa Neoen, que opera porquê produtora independente de vontade renovável, anunciou esta quinta-feira a inauguração de um parque solar com uma capacidade de 272 megawatts-pico – o maior em Portugal até ao momento -, formado por  duas centrais fotovoltaicas contíguas — a Meão Solar de Rio Maior (204 MWp) e a Meão Solar da Torre Bela (68 MWp) — ambas integralmente detidas pela empresa. Localizado no concelho da Azambuja, leste é também o quarto maior ativo renovável da Neoen em operação a nível global.


Depois de ter começado a injetar eletricidade na rede pátrio no final de 2024, a médio solar encontra-se já totalmente operacional. Segundo a produtora de vontade, a produção anual da médio ultrapassará os 500 GWh de vontade renovável, o que equivale ao consumo de mais de 110 milénio lares.


“Muro de 80% da vontade renovável produzida será adquirida pelo Estado Português, ao abrigo de dois contratos de obtenção de vontade (PPA) com duração de 15 anos, atribuídos no leilão de capacidade renovável de 2019. A vontade remanescente, muito porquê os certificados de origem, serão comercializados no mercado elétrico”, esclareceu a Neoen em transmitido.


Ou por outra, explicou que as centrais solares de Rio Maior e Torre Bela foram desenvolvidas dentro do perímetro murado da Herdade da Torre Bela, uma propriedade com usos diversificados, que inclui várias atividades agrícolas e pecuárias. Envolta em polémica por pretexto de uma caçada de grandes dimensões na propriedade, em 2020, que resultou na morte de 540 animais, a Herdade da Torre Bela faz secção dos terrenos pertencentes à Sociedade Agrícola da Quinta do Convento da Visitação.


“O parque solar foi construído numa superfície arrendada desta herdade, sendo que o uso do restante terreno permanece sob gestão exclusiva dos proprietários”, frisa a Neoen, que com estes dois novos projetos tem já uma capacidade totalidade de 326 MWp em operação ou em construção em Portugal. Os outros ativos são a Meão Solar de Coruche (8,8 MWp) e a Meão Solar do Seixal (2,2 MWp), ambas em operação, e a Meão Solar do Foral (43 MWp), que está em período de construção.


Adicionalmente, a Neoen garante dirpôr de um pipeline “diversificado” de mais de 600 MW de projetos em desenvolvimento em Portugal, abrangendo as três tecnologias: solar, eólica e armazenamento, com destque para vários projetos de baterias de larga graduação, na ordem das centenas de megawatts. A empresa está também a apostar na hibridização, através de um parque eólico e de uma grande bateria em Rio Maior e Torre Bela.


Em termos da tecnologia de armazenamento, a Neoen conta com tapume de 400 MW de capacidade instalada na Europa e quase 1 GW de baterias com tecnologia “grid-forming” em operação na Austrália. 


“Nos últimos anos desenvolvemos um pipeline significativo de novos projetos – não somente na superfície solar, mas também de vontade eólica e no armazenamento em baterias – e temos uma grande vontade de contribuir ativamente para as metas ambiciosas de Portugal no domínio das energias renováveis”, disse Matilde Azevedo, responsável de Desenvolvimento de Negócio em Portugal. 


Por seu lado, Xavier Barbaro, CEO do Grupo Neoen, disse que a empresa quer “aprofundar o compromisso e transformar Rio Maior num verdadeiro Hub de vontade virente. Queremos partilhar a nossa experiência no armazenamento em baterias para substanciar a resiliência da rede elétrica portuguesa, tal porquê já fizemos com sucesso noutros países.”


Fundada em 2008 e detida, desde abril de 2025, pela Brookfield Renewable Holdings, a Neoen é uma produtora independente de vontade exclusivamente renovável, com especialização na produção de vontade solar e eólica onshore, muito porquê em armazenamento de vontade. Nos últimos seis anos a sua capacidade instalada ou em construção quadruplicou, atingindo atualmente 8,9 GW, com a avidez de chegar aos 10 GW em 2025. A empresa opera tapume de 200 ativos distribuídos por três continentes. 

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