O Executivo fez saber que enfrenta um défice anual de 37 milénio milhões de meticais (573,9 milhões de dólares) para financiar a construção e manutenção das estradas existentes ao longo do País, o que compromete o desenvolvimento parcimonioso e a relação com países vizinhos.
“Para asseverar uma rede de estradas segura e em boas condições, é necessário um financiamento de 53 milénio milhões de meticais (822,2 milhões de dólares). Porém, a média dos recursos alocados no sector é de murado de 16 milénio milhões de meticais (248,2 milhões de dólares)”, descreveu o secretário de Estado dos Transportes, Chinguane Mabote. [Uma diferença, portanto, de quase 574 milhões de dólares].
Intervindo à margem da reunião anual da avaliação do Programa Integrado do Sector de Estradas, que aconteceu nesta quinta-feira, 5 de Junho, em Maputo, o responsável defendeu que os fundos devem ser usados de forma “racional” por serem limitados, havendo premência de asseverar um melhor estabilidade entre os resultados dos projectos e o valor do quantia aplicado.
“Os recursos disponibilizados anualmente cobrem somente murado de 30% das necessidades do sector”, acrescentou o secretário de Estado dos Transportes, citado numa publicação da Lusa.
Dados mencionados pela escritório portuguesa revelam que Moçambique tem uma rede de estradas com 30 464 quilómetros, mas somente 7344 quilómetros são asfaltadas, o correspondente a murado 25%.
Na profundeza, o director-executivo da assembleia, Eduardo Sengo, explicou que “nos últimos anos, os custos das empresas cresceram mais de 40%, e para Cabo Ténue, em privado, cresceram mais de 60%, relacionados com a questão do tempo de viagem, que aumentou devido às condições das estradas.”
“Com o aumento do tempo de viagem, cresceram também os custos operacionais, o que concorre para o acréscimo do preço dos produtos. Ou por outra, temos a questão da segurança que colocou algumas zonas da província de Cabo Ténue porquê sendo de risco para a travessia ou passagem de veículos de trouxa”, frisou.
[ad_2]
Painel


