Com um novo incisão de 25 pontos base nos juros diretores do Banco Meão Europeu (BCE), resta saber se haverá mais margem para uma novidade flexibilização da política monetária da Zona Euro nos próximos meses. Para Joana Vieira, “partner” da Ebury, “a resposta é sim”, apontando para uma pausa em julho e novidade flexibilização em setembro. Isto porque, “por um lado, apoia o propagação poupado da Zona Euro e, por outro, vem em risca com o cenário de desinflação que temos vindo a presenciar”.


Esta descida generalizada dos preços, diz a técnico em entrevista ao Negócios no meio NOW, dá-se, “em segmento, graças ao progressão do euro, que tem permitido que as importações sejam mais baratas”, mas também devido à subtracção do preço das “commodities” a nível global.


Mas, Joana Vieira defende que “quando o BCE hoje tocar neste tópico vai ser mais precatado e não se vai querer comprometer com o ritmo de incisão de juros daqui para a frente”, citando a incerteza que o impacto das tarifas pode ter no propagação poupado da Zona Euro.


Nesta risca, a técnico diz esperar “que haja uma pausa na flexibilização da política monetária em julho”. E explica: “por um lado, para os bancos centrais é importante não trinchar os juros muito depressa”, porque se o cenário se inverter, o esforço para voltar a controlar a inflação terá de ser reduplicado. Por outro lado, o BCE quererá ter tempo para tomar a decisão certa e investigar o impacto das tarifas no propagação poupado, nota a “partner” da Ebury.


No tema da guerra mercantil, questionada sobre o que seria dissemelhante nas decisões do BCE sem o efeito das tarifas de Trump, a técnico destaca que existiria maior previsibilidade quanto ao ritmo de cortes, “que à partida seria mais apressurado”, permitindo à domínio monetária “focar-se mais nos dados económicos internos”.


Sobre o horizonte, depois de a esperada pausa de cortes de juros em julho, o BCE deverá voltar a flexibilizar por mais duas vezes a política monetária durante o transcursão do ano, prevê a técnico. Já sobre o próximo ano, diz que, “comparativamente a 2025, não vai ter muito espaço para mais cortes”, à medida que a domínio monetária se aproxima do ponto neutro das taxas de rendimento. Isto “a menos que se verifiquem choques externos porquê novas tarifas, novidade guerra ou uma provável recessão económica”.

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