O Fundo de Estradas na província do Niassa encontra-se numa situação financeira delicada, devendo 280,4 milhões de meticais (4,38 milhões de dólares) aos empreiteiros que executaram obras de manutenção rodoviária durante a era chuvosa. A informação foi avançada por Narciso dos Santos, procurador provincial da instituição, durante a Reunião Provincial do Sector de Estradas, realizada na cidade de Lichinga.

Segundo Narciso dos Santos, citado esta terça-feira, 3 de Junho, pelo portal de notícias Missiva de Moçambique, o valor em dívida refere-se a intervenções realizadas nas estradas provinciais, urbanas e distritais, com o objectivo de confirmar a transitabilidade numa das regiões mais remotas e vulneráveis do País. O responsável destacou ainda que o montante não contempla a dívida acumulada desde o ano pretérito, que totaliza 441,7 milhões de meticais (6,90 milhões de dólares), também por saldar.

A difícil situação financeira do Fundo de Estradas é agravada pela exiguidade de encanamento de fundos por secção do Estado, conforme denunciou Oreste Zezela, procurador provincial da Gestão Vernáculo de Estradas (ANE). De concordância com nascente, a falta de financiamento tem obrigado os empreiteiros a recorrerem a meios e recursos próprios para executar os trabalhos, comprometendo a sustentabilidade das empresas envolvidas.

Perante nascente cenário, o secretário de Estado em Niassa, Silva Livone, apelou a uma conduta coordenada entre o Fundo de Estradas, ANE e os órgãos centrais, no sentido de prometer o pagamento das dívidas em detido. O governante enalteceu ainda o compromisso e esforço dos empreiteiros que, apesar das dificuldades, continuaram a trabalhar para confirmar o aproximação rodoviário em toda a província.

O problema da dívida aos empreiteiros levanta preocupações quanto à perenidade das obras de manutenção e à qualidade da infra-estrutura rodoviária no Niassa.

a d v e r t i s e m e n t

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