O Banco Mercantil e de Investimentos (BCI), em parceria com o Museu Mafalala, realizou no sábado (31) o Mafalala Walking Tour, uma experiência cultural que levou colaboradores da instituição ao coração de um dos bairros mais emblemáticos e históricos de Maputo. O evento contou com a presença do presidente da Percentagem Executiva (PCE), Francisco Costa, e de outros membros da Percentagem Executiva.

No contextura das acções de responsabilidade social do BCI, o passeio teve início na Avenida Marien Ngoabi, que separa o Tá Maé da Mafalala. O trajectória incluiu escolas, o lendário campo da Mafalala, mesquitas, murais e locais históricos ligados a personalidades porquê José Craveirinha, Noémia de Sousa e Eusébio. A visitante foi conduzida por Ivan Laranjeira, director do Museu da Mafalala, e os participantes exploraram histórias, origens e significados que revelam a rica história e o quotidiano deste bairro emblemático.

O grupo visitou ainda o Museu, um espaço guardião da memória sítio, que acolhe convidados, exposições, actividades culturais e uma livraria. “Muito-vindos ao bairro da Mafalala, o lugar onde reside o coração e a espírito da cidade, que produziu dois Presidentes de Moçambique, um primeiro-ministro, um dos maiores futebolistas, os poetas mais representativos e músicos de renome do País”, disse Ivan Laranjeira, guiando os visitantes por percursos inesperados e cheios de simbolismo.

Segundo um transmitido do BCI, a experiência foi enriquecida com momentos culturais, incluindo demonstrações da dança tradicional do tufo, realizada pelo Grupo Cultural Tufo da Mafalala, com canções na língua emakhuwa e movimentos de dança que contagiaram os visitantes.

Na ocasião, Francisco Costa sublinhou que a cultura constitui um pilar estratégico da procedimento do banco: “Valorizamos o património, a arte, a memória colectiva e o tecido social das comunidades. A nossa presença não é meramente institucional, constitui um gesto de proximidade e um sinal de compromisso sempiterno. O BCI procura aumentar valor através de iniciativas que inspiram, preservam e projectam o horizonte com identidade e sentido.”

Com esta gesto, o BCI reforça o seu “compromisso com dinâmicas que promovem a valorização da inconstância, a inclusão social, o fortalecimento das comunidades e o desenvolvimento sustentável.”

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