a d v e r t i s e m e n tO Zimbaábué apresentou planos para recrutar mais de 9 milénio milhões de dólares para aumentar o chegada à virilidade numa conferência realizada em Londres nesta quarta-feira (4), um evento organizado por credores multilaterais para promover um programa emblemático de electrificação africana junto de investidores privados.
De conformidade com a Bloomberg, o projecto, que se enquadra no programa Mission 300 do Banco Mundial e do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), visa mais do que duplicar a produção de virilidade do país a partir de centrais hidroeléctricas, eólicas, solares e de biomassa.
O país da África Meridional tem sido aparente por cortes regulares de virilidade nos últimos anos, muitas vezes com duração de quase todo o dia, devido à falta de capacidade de geração.
O Mission 300, que os bancos revelaram numa conferência na Tanzânia em Janeiro, visa levar electricidade a 300 milhões de pessoas na África Subsaariana até 2030, a um dispêndio de dezenas de milhares de milhões de dólares de instituições financeiras de desenvolvimento e investidores privados. A região abriga 83% das 680 milhões de pessoas em todo o mundo que não têm chegada à electricidade.
“Apesar de ter um potencial profuso de virilidade renovável, o Zimbabué continua a enfrentar desafios energéticos críticos”, escreveu July Moyo, ministro da Virilidade do país, num enviado.
As ambições do Zimbabué de beneficiar do programa são complicadas pelo facto de o país estar em incumprimento com credores multilaterais — incluindo o Banco Mundial — há um quarto de século. Isto significa que não pode pedir moeda emprestado à instituição e que o financiamento de que necessita terá de vir em grande secção de investidores privados.
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