A petrolífera sul-africana Sasol anunciou na sexta-feira, 31 de Maio, que prevê iniciar a produção de gás doméstico (GPL) no País até ao final de Setembro, uma vez que a novidade unidade industrial em construção na província de Inhambane se encontra na período final de comissionamento.
“Essa infra-estrutura toda está praticamente terminada. Estamos agora na período de comissionamento da fábrica propriamente dita do gás doméstico. Esta componente da fábrica do gás de cozinha está, neste preciso momento, entre Junho e Julho, num período de comissionamento. Se tudo decorrer muito, para finais de Setembro, temos a novidade fábrica a iniciar a produção”, declarou Ovídeo Rodolfo, director-geral da Sasol no País, citado pela filial Lusa.
O projecto em desculpa visa a produção sítio de gás de cozinha, uma vez que segmento do Contrato de Partilha de Produção (PSA) da Sasol, que já explora gás originário nos campos de Temane (Inhassoro) e Pande (Govuro), também na província de Inhambane. A primeira pedra deste empreendimento foi lançada a 27 de Março de 2022.
Segundo a empresa, o investimento totalidade do projecto ascende a 64 milénio milhões de meticais (milénio milhões de dólares), e inclui a produção de gás, electricidade e petróleo ligeiro. Em Abril deste ano, o presidente da Sasol, Simon Baloy, confirmou que a desenlace está prevista para Setembro.
“Trata-se de um projecto de milénio milhões de dólares que está a chegar ao término, em Setembro. Tem sido um projecto maravilhoso”, afirmou Baloy posteriormente uma reunião com o Presidente da República, Daniel Chapo, realizada em Maputo.
De convenção com o responsável, o gás originário tirado será utilizado não só para a produção de gás de cozinha, uma vez que também será guiado para a Medial Térmica de Temane (CTT), considerada a segunda maior medial eléctrica do País, presentemente em período final de construção.
A medial terá capacidade instalada para gerar 450 megawatts de robustez eléctrica, contribuindo significativamente para o reforço da rede energética vernáculo. Já a novidade unidade de processamento de GPL poderá produzir 30 milénio toneladas de gás de cozinha por ano, o que representa um passo importante para reduzir as importações deste combustível, amplamente utilizado pelas famílias moçambicanas.
No contextura do mesmo contrato PSA, está ainda prevista a produção anual de 53 milhões de megajoules de gás originário e de 4000 barris de petróleo ligeiro por dia, conforme os dados avançados pelo Governo.
Com levante investimento, a Sasol reforça a sua presença no País e contribui para o desenvolvimento industrial e energético vernáculo, respondendo à crescente procura interna por robustez e combustíveis mais acessíveis.
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