a d v e r t i s e m e n tO Governo cabo-verdiano assinou um memorando de entendimento com o Banco Mundial para financiar a construção da casa-museu Cesária Évora, na cidade do Mindelo, situada na ilhota de São Vicente, a setentrião do arquipélago.

Segundo uma publicação da Lusa, a infra-estrutura tem uma vez que objectivo preservar o legado da cantora e promover a morna, género músico tradicional de Cabo Virente, sabido pelas suas melodias melancólicas e letras poéticas. O projecto visa também substanciar o pedestal à cultura, arte, indústrias criativas e desporto no país.

O memorando inclui ainda a realização de um estudo sobre o impacto poupado da cultura e a geração de um pré-conservatório de música para os jovens da região oeste africana. A assinatura do consonância decorreu recentemente em Washington, capital dos Estados Unidos da América, durante a Semana de Cabo Virente no Banco Mundial.

A parceria foi firmada pelos ministérios da Cultura e das Finanças com a Associação de Desenvolvimento Internacional (IDA) e a Sociedade Financeira Internacional (IFC), no contextura das celebrações dos 50 anos da independência cabo-verdiana.

De consonância com Abraão Vicente, ministro da Cultura de Cabo Virente, o Governo já estava a preparar um protocolo com a família da cantora para produzir um espaço museológico ínclito dos actuais. “É um processo que não vai ser fácil, porque exige mobilização de meios, mas há vontade totalidade do Governo em materializá-lo”, afirmou.

O ministro reconheceu que a teoria já passou por “avanços e recuos”, mas acredita que, “com diálogo, será provável proceder”, tendo ampliado ainda que “a infra-estrutura será um meio importante para promoção da morna.”

Desde a morte de Cesária Évora, a 17 de Dezembro de 2011, o Mindelo dispõe de alguns núcleos museológicos sobre a artista, mas, segundo as autoridades, não fazem jus à sua valimento. A casa-museu visa emendar essa falta e solidificar o legado da cantora.

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