A bolsa de Lisboa fechou em baixa esta segunda-feira, contrariando os ganhos das principais praças europeias, com os investidores a ultrapassarem os receios geopolíticos e a começarem a concentrar-se na temporada de resultados. O índice de referência nacional, o PSI, desceu 0,31% para 8.494,08 pontos, com nove dos seus 16 títulos no verde, depois de ter atingido máximos de cerca de 16 anos na semana passada. Entre os pesos pesados, foi o grupo EDP que mais pressionou o índice, com uma queda de 1,42% para 12,46 euros (EDPR) e de 0,76% para 4,062 euros (EDP). Contudo, foi a Teixeira Duarte a liderar as quedas, descendo 2,2% para 0,622 euros. Do lado verde, destaque para a Galp Energia, que continua a fase positiva depois e ter anunciado um pré-acordo com a Moeve. A petrolífera ganhou 1,55% para 15,70 euros. O desempenho da Galp apenas foi superado pela Semapa, que valorizou 1,61% para 21,90 euros. Ainda no vermelho, mas com uma desvalorização menos expressiva, ficou o BCP. O único banco cotado na bolsa portuguesa recuou 0,1%, depois de o Bestinver ter voltado a seguir as ações, recomendando manter e não prevendo valorizações. Já o retalho dividiu-se entre as perdas da Sonae e os ganhos da Jerónimo Martins. A dona dos supermercados Pingo Doce subiu 0,28% para 21,12 euros, enquanto a empresa dos hipermercados Continente recuou 0,60% para 1,656 euros.

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